terça-feira, 16 de setembro de 2014

Aborto




ABORTO


Aborto é a interrupção proposital ou natural de uma gestação, e determina a morte do feto.
Toda reencarnação obedece a um plano, sendo uma das principais metas o reajuste daquele espírito que renasce na Terra com seus pais, seu grupo familiar, proporcionando-lhe várias oportunidades de redenção e progresso espiritual. Pela Misericórdia de Deus, aquele espírito retorna para conviver com antigos inimigos e litigantes de outras encarnações, buscando aliviar os rancores, os ódios, aliviando seu carma.
O espírito aguarda ansiosamente o momento de renascer, confiante no compromisso que assumiu, no Plano Espiritual, em conjunto com seus futuros pais.
Pela covardia, pela violência, o aborto é um crime terrível. Por mais dramática ou trágica a situação em que a mulher fique grávida, não há como, sob o ponto de vista espiritual, defender o aborto. 
Quando Jesus disse: NÃO MATARÁS - incluiu nesta sentença a totalidade das decisões da Justiça dos Homens, tais como pena de morte e aborto.
Foi feito um filme que apresenta cenas de um feto de três meses destruído pelo sistema de aspiração. Com o nome de “The Silent Scream” (traduzido para Grito Silencioso), este filme mudou muitas cabeças dos que defendiam o aborto, pois mostrava o terror que o feto traduzia em movimentos de fuga do instrumento que o procurava no interior do útero, inclusive abrindo sua boca como que em grito desesperado, acabando por ser sugado e destruído.
Esse era um drama  do qual a câmera só podia mostrar o que estava ocorrendo  no plano físico. No plano espiritual, como nos instruiu Koatay 108, existe todo um planejamento para o nascimento de mais uma criança. A concentração do fluido cósmico em várias camadas vibratórias, a escolha de seus pais - e a conseqüente aceitação destes, enfim, todo um complexo programa envolve um nascimento no plano físico. 
Ora, se a gestação for fruto de ato criminoso, irresponsável ou leviano no plano físico, quem poderá esclarecer tal envolvimento no plano espiritual?  Aquele malfeitor, estuprador, que gerou com ódio uma criança em sua vítima, certamente tem envolvimento transcendental com aqueles espíritos - o da mulher que engravidou e o do filho que gerou.
Os defensores da legalização do aborto alegam que a mulher agredida deve decidir pela interrupção ou não da gravidez. E igualmente nos casos em que surge uma gravidez inesperada e não programada, fruto de um imprevisto, numa ligação legal, querem dar à mulher o poder de decisão sobre a realização do aborto em um hospital, com toda a segurança.

Até aí, sob o ponto de vista social, está correto esse cuidado, uma vez que a quase totalidade dos abortos se faz de maneira rudimentar e sem higiene, em locais sem qualquer segurança para a mulher. Ora, se por seu livre arbítrio, ela quer provocar o aborto, cabe à sociedade lhe assegurar adequadas condições para o fato.
Todavia, são acontecimentos que não podem ser julgados somente no plano físico, pois compreendem muitos aspectos diversos no plano espiritual. Se no momento da concepção já são colocados na aura daquele ser em formação os elítrios que tiveram sua oportunidade de reajuste, com o aborto aquele espírito deixa de ter sua vida, de seguir sua jornada, acertando reajustes e dívidas do passado, liquidando toda a programação espiritual. Isso faz com que os elítrios, frustrados pela perda do objetivo, que iriam atuar no espírito da criança, passem a atuar na mãe que fez o aborto, causando sérios problemas emocionais e físicos, que, na maior parte, se refletem na família. A maioria dos casos de câncer uterino é produzida por elítrios residuais de abortos. E é importante ressaltar o aspecto de revolta daquele espírito que ia reencarnar, que pode se tornar um obsessor da mãe - ou do pai - causando sérias perturbações na vida familiar e no lar.
O aborto determina, sempre, uma condição negativa para a mulher que o pratica, não só no campo ginecológico, mas, principalmente, no campo psicológico, pois afeta sua mente e gera estados depressivos, resultantes da sensação de vazio interior e do sentimento de culpa, além das vibrações magnéticas do espírito que foi impedido de nascer.
Vale a pena, também, observar as conseqüências nocivas do aborto não apenas nas mulheres mas também em seus companheiros, que em grande maioria são indutores desse crime, por comodidade e por aspectos financeiros. Para o correto planejamento familiar existem diversos e seguros procedimentos para evitar a gravidez. Jamais deveria ser utilizado o aborto. (Veja REENCARNE) 
No triste quadro do comprometimento espiritual se incluem médicos, parteiras e outros elementos que se valem do desespero de muitas mulheres, e se aproveitam da situação para ganhar dinheiro realizando o aborto, nem sempre com mínimas condições de segurança e higiene, o que causa a invalidez e morte de milhares de mulheres anualmente.
Por isso, pais que recebem a gravidez prematura de uma filha como uma tragédia que deve ter o desfecho criminoso de um aborto; maridos ou companheiros que forçam suas mulheres a abortar, pelo ponto de vista econômico ou social; os responsáveis pelas “fábricas de anjinhos”, locais que se transformam em terríveis cavernas, com espíritos do submundo atuando em todos aqueles seres encarnados; enfim, todos os que se envolvem, de uma forma ou de outra, num processo físico de aborto, estão irremediavelmente unidos em grave crime espiritual, cuja cobrança será feita, cedo ou tarde, padecendo sofrimentos imprevisíveis, tanto nesta quanto em outras vidas, pelos espíritos envolvidos nesses acontecimentos.

FOTOGRAFIA DE FETO E MÉDICO SE TORNA ESTANDARTE A FAVOR DA VIDA

Paul Harris, fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para correção de espinha bífida feita dentro do útero materno em um feto de apenas 21 semanas de gestação (uma autêntica proeza médica), na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, EUA - captou quando o bebê tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava intervindo.
A foto foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos e a repercussão cruzou o mundo para chegar na Irlanda em onde se tornou  uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo, pertence a Samuel Alexander, que nasceu com perfeita saúde.
A imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registradas no mundo.
A história por trás de imagem é ainda mais impressionante. Trata-se da luta e a experiência passada por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do primeiro filho. A odisséia de Julie e Alex Arms  que moram na Geórgia, Estados Unidos.
 Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebê. Julie (Enfermeira de 27 anos), teve dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando completou 14 semanas de gestação começou a sofrer câimbras fortes e um exame de ultra-sonografia mostrou as razões, revelando a forma do cérebro e a posição do bebê no útero, o teste comprovou problemas sérios. O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias. O diagnóstico como já era esperado, foi de que o bebê sofria de "espinha bífida" e eles teriam que decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades. De acordo com Alex (Engenheiro Aeronáutico, 28 anos), eles  se sentiram destruídos pelas notícias, mas como possuidores de  profunda fé, o aborto nunca seria uma opção. Antes de se permitir derrubar, o casal decidiu procurar uma solução por seus próprios meios e foi quando ambos começaram a buscar ajuda pela Internet.

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